Ânsia de não parar
Ânsia de não te olhar
Ânsia de seguir além
Ânsia de ser ninguém
O medo de acordar sem sol
O medo de contar as horas
O medo de desatar os nós
O medo de se encontrar a sós
Não tenho muitos lugares para visitar
Não tenho muitos sonhos para contar
Eu venho de muitas noites (feridas)
Eu venho de muitas cidades (esquecidas)
Paulo Consoni, June 02, 2007.
Tuesday, June 05, 2007
Comments by IntenseDebate
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Ansiedade
2007-06-05T18:34:00-07:00
Fábio Gutterres Fernandes
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