Palestina, menina, serena
Deserto, secreto, tão perto
quero te ver, quero você
quero teu amor
o que é que eu vou fazer?
Quero teu amor.
Toti Paliano, September 15, 2007.
Wednesday, September 19, 2007
Thursday, September 13, 2007
Entre linhas viii
Teus cabelos
vão com o vento
eu tento
mas não entendo
o tempo
me dá um jeito
eu tento
mas só tem vento
e o azul do teu cabelo
ficou perdido
no infinito desse vento.
Toti Paliano, September 02, 2007.
vão com o vento
eu tento
mas não entendo
o tempo
me dá um jeito
eu tento
mas só tem vento
e o azul do teu cabelo
ficou perdido
no infinito desse vento.
Toti Paliano, September 02, 2007.
às
8:32 am
Entre linhas viii
2007-09-13T08:32:00-07:00
Fábio Gutterres Fernandes
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Entre linhas vii
Quando você me achou
eu voltava do pior
triste tempo da minha vida
estava eu quebrado
juntando os cacos
mas o sol apareceu,
o dia melhorou
e eu juntei os trapos,
saí pra te encontrar
sem ter pra onde ir
nem ter hora pra voltar.
Toti Paliano, August 23, 2007.
eu voltava do pior
triste tempo da minha vida
estava eu quebrado
juntando os cacos
mas o sol apareceu,
o dia melhorou
e eu juntei os trapos,
saí pra te encontrar
sem ter pra onde ir
nem ter hora pra voltar.
Toti Paliano, August 23, 2007.
às
8:28 am
Entre linhas vii
2007-09-13T08:28:00-07:00
Fábio Gutterres Fernandes
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Monday, August 13, 2007
Entre linhas vi
De vez em quando
páro, penso
olho e lembro
que não tenho mais tempo
aquele tempo em que fazia
tudo o que eu queria
mas esse tudo
não era tudo o que eu queria.
Talvez agora eu veja
que um dos grandes segredos
seja lembrar de viver,
amar sem pensar,
encontrar e perder.
Toti Paliano, August 09, 2007.
páro, penso
olho e lembro
que não tenho mais tempo
aquele tempo em que fazia
tudo o que eu queria
mas esse tudo
não era tudo o que eu queria.
Talvez agora eu veja
que um dos grandes segredos
seja lembrar de viver,
amar sem pensar,
encontrar e perder.
Toti Paliano, August 09, 2007.
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Wednesday, June 06, 2007
Entre linhas v
Quando te vi
quis te conhecer
quando te conheci
quis logo saber mais
e quanto mais eu conhecia
mais eu me interessava
hoje, não sei o que acontece comigo
ando perdido, avoado, distraído
e com a cabeça nas nuvens
penso em ti o tempo todo
te procuro em todos os lugares
tento te encontrar
porque quero teu olhar
quero te olhar
quero te tocar
sentir a tua boca
pra daí poder te amar.
Toti Paliano, June 06, 2007.
quis te conhecer
quando te conheci
quis logo saber mais
e quanto mais eu conhecia
mais eu me interessava
hoje, não sei o que acontece comigo
ando perdido, avoado, distraído
e com a cabeça nas nuvens
penso em ti o tempo todo
te procuro em todos os lugares
tento te encontrar
porque quero teu olhar
quero te olhar
quero te tocar
sentir a tua boca
pra daí poder te amar.
Toti Paliano, June 06, 2007.
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Tuesday, June 05, 2007
Ansiedade
Ânsia de não parar
Ânsia de não te olhar
Ânsia de seguir além
Ânsia de ser ninguém
O medo de acordar sem sol
O medo de contar as horas
O medo de desatar os nós
O medo de se encontrar a sós
Não tenho muitos lugares para visitar
Não tenho muitos sonhos para contar
Eu venho de muitas noites (feridas)
Eu venho de muitas cidades (esquecidas)
Paulo Consoni, June 02, 2007.
Ânsia de não te olhar
Ânsia de seguir além
Ânsia de ser ninguém
O medo de acordar sem sol
O medo de contar as horas
O medo de desatar os nós
O medo de se encontrar a sós
Não tenho muitos lugares para visitar
Não tenho muitos sonhos para contar
Eu venho de muitas noites (feridas)
Eu venho de muitas cidades (esquecidas)
Paulo Consoni, June 02, 2007.
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Entre linhas iv
Um frio
a pele sente
o vento, o tempo
tudo tão rápido
folhas caindo
e indo com o tempo
levadas pelo vento
quando,
eu vi o sol,
pensei que o frio passaria
me enganei
mais nuvens chegaram
e a chuva caiu
em mais uma noite fria.
Toti Paliano, June 02, 2007.
a pele sente
o vento, o tempo
tudo tão rápido
folhas caindo
e indo com o tempo
levadas pelo vento
quando,
eu vi o sol,
pensei que o frio passaria
me enganei
mais nuvens chegaram
e a chuva caiu
em mais uma noite fria.
Toti Paliano, June 02, 2007.
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Monday, April 30, 2007
Entre linhas iii
Amar
o que fazer?
Não sei
quero amar
não sei quem
quero viver
como um alguém
tem muita gente
que não sabe
o que é amar
eu não sei
o que é amor
então venha
apresente-se
me apresente
o que é amar.
Toti Paliano, April 30, 2007.
o que fazer?
Não sei
quero amar
não sei quem
quero viver
como um alguém
tem muita gente
que não sabe
o que é amar
eu não sei
o que é amor
então venha
apresente-se
me apresente
o que é amar.
Toti Paliano, April 30, 2007.
às
1:34 pm
Entre linhas iii
2007-04-30T13:34:00-07:00
Fábio Gutterres Fernandes
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Tuesday, April 10, 2007
Entre linhas ii
Um sonho estranho
numa manhã de Terça
na beleza diária
de nossas vidas baratas
até parece dia
de se ficar em casa
procurando um algo mais
pra se fazer ou ser
tentando ser algo ou alguém
num outro lugar onde
tão poucos têm
se eu fôsse você, desistia
largava tudo.
E sumia.
Toti Paliano, February 24, 2007.
numa manhã de Terça
na beleza diária
de nossas vidas baratas
até parece dia
de se ficar em casa
procurando um algo mais
pra se fazer ou ser
tentando ser algo ou alguém
num outro lugar onde
tão poucos têm
se eu fôsse você, desistia
largava tudo.
E sumia.
Toti Paliano, February 24, 2007.
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Entre linhas
O cavalo vermelho
passou num risco
e o teu sorriso pequeno
não foi mais do que um riso
e eu nunca pensei que podia
encher o céu,
o mar
ou a lua
com todas as coisas
que eu sabia.
Toti Paliano, December 26, 2006.
passou num risco
e o teu sorriso pequeno
não foi mais do que um riso
e eu nunca pensei que podia
encher o céu,
o mar
ou a lua
com todas as coisas
que eu sabia.
Toti Paliano, December 26, 2006.
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Tuesday, March 27, 2007
No papel ii
Quando não há mais nada a fazer
e quando termina o prazer
sentar e chorar não vai adiantar
pois as lágrimas não vão apagar
olhe no espelho
e tente enxergar
aquilo que seus olhos
não conseguem ver
no vazio da tua alma
um corpo cheio, abandonado
perdido, procurando
na água da chuva
que corre das folhas
a tua cara
de tempo fechado.
Toti Paliano, February 26, 2007.
e quando termina o prazer
sentar e chorar não vai adiantar
pois as lágrimas não vão apagar
olhe no espelho
e tente enxergar
aquilo que seus olhos
não conseguem ver
no vazio da tua alma
um corpo cheio, abandonado
perdido, procurando
na água da chuva
que corre das folhas
a tua cara
de tempo fechado.
Toti Paliano, February 26, 2007.
No papel
Tô debaixo da ponte
tenho medo da chuva
quero ficar sozinho
agora quem me garante
que você não vai chegar
descobrir nmeu novos segredos
e pra todo mundo contar
aqui, perto do rio
não tenho medo
mas sinto frio
ainda falta muito tempo
pra qualquer coisa acontecer
pra você chegar e dar de cara
e ainda me ver sofrer.
Toti Paliano, February 17, 2007.
tenho medo da chuva
quero ficar sozinho
agora quem me garante
que você não vai chegar
descobrir nmeu novos segredos
e pra todo mundo contar
aqui, perto do rio
não tenho medo
mas sinto frio
ainda falta muito tempo
pra qualquer coisa acontecer
pra você chegar e dar de cara
e ainda me ver sofrer.
Toti Paliano, February 17, 2007.
Friday, February 09, 2007
Coisas XXVI
Nuvem que vem
que vai, que sai
que tem
e,
só me traz,
esperança.
Nuvem que eu vi,
eu sei
um bocado de amor
de dor, de horror
mas também carrega você
na lembrança.
Toti Paliano, February 02, 2007
que vai, que sai
que tem
e,
só me traz,
esperança.
Nuvem que eu vi,
eu sei
um bocado de amor
de dor, de horror
mas também carrega você
na lembrança.
Toti Paliano, February 02, 2007
Coisas XXV
Ela não responde
mas eu não quero nem saber.
Vou sair daqui
e vou tentar cair
fora do mundo,
fora de tudo,
antes que tudo acabe,
antes que Deus se mate,
e eu não consiga mais
ter o teu sorriso
amarelo escarlate.
Toti Paliano, January 25, 2007
mas eu não quero nem saber.
Vou sair daqui
e vou tentar cair
fora do mundo,
fora de tudo,
antes que tudo acabe,
antes que Deus se mate,
e eu não consiga mais
ter o teu sorriso
amarelo escarlate.
Toti Paliano, January 25, 2007
Thursday, January 04, 2007
Coisas XXIV
Sob um céu cinza
debaixo de uma velha árvore
onde as flores
por acaso
são vermelhas,
que posso querer eu?
Senão o vago olhar do acaso
a me rondar meio raso
a me pedir licença
pra poder apreciar o ocaso.
Oh, tantas vezes eu pedi
ah, tantas vezes eu tentei
tentei, tentei
mas tudo o que vi
e tudo o que consegui
foi nada
nada demais
nada que eu pudesse fazer
que depois não fosse me arrepender
e agora
parei aqui
para tentar respirar
para tentar enxergar
mas não deu certo
então,
parti!
Toti Paliano, December 15, 2006.
debaixo de uma velha árvore
onde as flores
por acaso
são vermelhas,
que posso querer eu?
Senão o vago olhar do acaso
a me rondar meio raso
a me pedir licença
pra poder apreciar o ocaso.
Oh, tantas vezes eu pedi
ah, tantas vezes eu tentei
tentei, tentei
mas tudo o que vi
e tudo o que consegui
foi nada
nada demais
nada que eu pudesse fazer
que depois não fosse me arrepender
e agora
parei aqui
para tentar respirar
para tentar enxergar
mas não deu certo
então,
parti!
Toti Paliano, December 15, 2006.
Tuesday, December 12, 2006
Coisas XXIII
Coisas que eu não quero
aquilo que eu não espero
a vida sob
um olhar sincero
expectativas, lembranças
e a luz de uma esperança
que não vive mais em mim
talvez espere por alguém
que faça o meu dia brilhar
e ser algo assim
como a cena de um bar vazio
e você que não vem pra mim.
Toti Paliano, December 09, 2006.
aquilo que eu não espero
a vida sob
um olhar sincero
expectativas, lembranças
e a luz de uma esperança
que não vive mais em mim
talvez espere por alguém
que faça o meu dia brilhar
e ser algo assim
como a cena de um bar vazio
e você que não vem pra mim.
Toti Paliano, December 09, 2006.
Wednesday, November 22, 2006
A língua portuguesa no mundo
Língua! Portuguesa? Brasileira?
Africana? Ou mundial?
Mas que língua é essa?
Ou melhor, que vozes são essas?
Falar é fácil,
cantar mais ainda!
Suas alegrias, suas belezas,
suas SAUDADES e suas tristezas...
Língua de povos multiculturais
e gente de caras inter raciais.
Preto, branco, mulato e amarelo,
índio, vermelho, moreno ou caramelo!
Português do Brasil, do Timor Leste ou de Goa.
De Moçambique, Cabo Verde ou Lisboa
Língua do Rio, de São Paulo, do Japão e da PADARIA!
Voz alegre, risonha, seja aqui ou em Santa Maria.
Português do barro, da lama e do cacau
em Porto Príncipe, Aracaju ou Macau
Língua do tchê, do nordeste (ó xente!) e do sorriso de marfim
Voz da Madeira, do Mia Couto, de Angola ou do Bom Fim
em plena Índia, morena, loira ou asiática,
na literatura, na redação ou na gramática (!)...
Português de Açores, do Saramago e do Aurélio,
do presente, do futuro e do pretérito.
Língua da palavra, do abraço e do beijo,
do olhar, da paquera e do desejo.
Voz do futebol, do samba e do carnaval,
da pelada, do pagode e da preferência nacional!
Português do verbo, do predicado, do pronome e da crase,
do adjetivo, do infinitivo, do COM CERTEZA e do quase!
Língua do Jorge Amado, do Veríssimo e do Graciliano,
do Gil, do Chico e do Caetano.
Português do jiló, do araçá e do açaí,
da uva, da pimenta e do abacaxi
Língua do chimarrão, do chope com os amigos e do pôr-do-sol no Marinha,
falada em Recife, no Chuí ou em Cacimbinhas.
Idioma oficial em Salvador, no Corcovado ou em Guaporé,
na praia da Boa Viagem, no Leblon ou em Arambaré.
Português da Padre Chagas, da Calçada da Fama e da Avenida Paulista,
falada pela madame, pelo executivo e pela diarista.
Língua do rock de garagem, do hip hop da vila e do povo da periferia,
do forró, do baião, do sertanejo e do axé da Bahia.
Língua de tantos lugares
que cruza o oceano e o céu
brincando com as palavras
no rádio, na tv ou no papel.
Língua do bar, do boteco e do restaurante,
da cachaça, da cerveja e do refrigerante,
da sílaba fácil, da amizade, da liberdade
e para aqueles que choram de FELICIDADE!
Voz de gente de rua, da calçada e dos sem teto
que moram neste e no outro hemisfério
e que trabalham de sol à sol, passam fome
mas levam a vida muito à sério!
Mas afinal, que língua é essa?
É a NOSSA língua!
Toti Paliano, November 07, 2006.
Africana? Ou mundial?
Mas que língua é essa?
Ou melhor, que vozes são essas?
Falar é fácil,
cantar mais ainda!
Suas alegrias, suas belezas,
suas SAUDADES e suas tristezas...
Língua de povos multiculturais
e gente de caras inter raciais.
Preto, branco, mulato e amarelo,
índio, vermelho, moreno ou caramelo!
Português do Brasil, do Timor Leste ou de Goa.
De Moçambique, Cabo Verde ou Lisboa
Língua do Rio, de São Paulo, do Japão e da PADARIA!
Voz alegre, risonha, seja aqui ou em Santa Maria.
Português do barro, da lama e do cacau
em Porto Príncipe, Aracaju ou Macau
Língua do tchê, do nordeste (ó xente!) e do sorriso de marfim
Voz da Madeira, do Mia Couto, de Angola ou do Bom Fim
em plena Índia, morena, loira ou asiática,
na literatura, na redação ou na gramática (!)...
Português de Açores, do Saramago e do Aurélio,
do presente, do futuro e do pretérito.
Língua da palavra, do abraço e do beijo,
do olhar, da paquera e do desejo.
Voz do futebol, do samba e do carnaval,
da pelada, do pagode e da preferência nacional!
Português do verbo, do predicado, do pronome e da crase,
do adjetivo, do infinitivo, do COM CERTEZA e do quase!
Língua do Jorge Amado, do Veríssimo e do Graciliano,
do Gil, do Chico e do Caetano.
Português do jiló, do araçá e do açaí,
da uva, da pimenta e do abacaxi
Língua do chimarrão, do chope com os amigos e do pôr-do-sol no Marinha,
falada em Recife, no Chuí ou em Cacimbinhas.
Idioma oficial em Salvador, no Corcovado ou em Guaporé,
na praia da Boa Viagem, no Leblon ou em Arambaré.
Português da Padre Chagas, da Calçada da Fama e da Avenida Paulista,
falada pela madame, pelo executivo e pela diarista.
Língua do rock de garagem, do hip hop da vila e do povo da periferia,
do forró, do baião, do sertanejo e do axé da Bahia.
Língua de tantos lugares
que cruza o oceano e o céu
brincando com as palavras
no rádio, na tv ou no papel.
Língua do bar, do boteco e do restaurante,
da cachaça, da cerveja e do refrigerante,
da sílaba fácil, da amizade, da liberdade
e para aqueles que choram de FELICIDADE!
Voz de gente de rua, da calçada e dos sem teto
que moram neste e no outro hemisfério
e que trabalham de sol à sol, passam fome
mas levam a vida muito à sério!
Mas afinal, que língua é essa?
É a NOSSA língua!
Toti Paliano, November 07, 2006.
às
3:47 pm
A língua portuguesa no mundo
2006-11-22T15:47:00-08:00
Fábio Gutterres Fernandes
Poemas soltos|
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Poemas soltos
Friday, October 20, 2006
Coisas XXII
Quando deitei com você
teu cabelo no meu rosto
e aquele perfume,
sim, daí tive certeza
de que você
era tudo aquilo
era tudo o que eu queria
sim, daí tive certeza
de que você
era o meu bem
de todo dia!
Toti Paliano, October 14, 2006.
teu cabelo no meu rosto
e aquele perfume,
sim, daí tive certeza
de que você
era tudo aquilo
era tudo o que eu queria
sim, daí tive certeza
de que você
era o meu bem
de todo dia!
Toti Paliano, October 14, 2006.
Thursday, September 28, 2006
Coisas XXI
O silêncio de estar só
a dor de se perder
e o vazio do não saber
se estou onde estou
como vou andar
procurar um lugar
e sair do sofrer
correr pra mais longe
andar por aí
onde ninguém
nunca esteve
e sair do lugar
para não ter que viver
e cruzar com você.
Toti Paliano, September 25, 2006.
a dor de se perder
e o vazio do não saber
se estou onde estou
como vou andar
procurar um lugar
e sair do sofrer
correr pra mais longe
andar por aí
onde ninguém
nunca esteve
e sair do lugar
para não ter que viver
e cruzar com você.
Toti Paliano, September 25, 2006.
Monday, September 25, 2006
Coisas XX
E agora
que restou apenas a poeira
sobre meu corpo,
é difícil enxergar.
Tudo o que vejo
são apenas miragens,
restos de vidas,
de vidas perdidas
e de almas lavadas
em tempos passados.
Eu quero sair
deste deserto de escuridão
deste mar de solidão
e voltar a viver
como aquele homem
que um dia
me contava
velhas histórias.
Toti Paliano, September 25, 2006.
que restou apenas a poeira
sobre meu corpo,
é difícil enxergar.
Tudo o que vejo
são apenas miragens,
restos de vidas,
de vidas perdidas
e de almas lavadas
em tempos passados.
Eu quero sair
deste deserto de escuridão
deste mar de solidão
e voltar a viver
como aquele homem
que um dia
me contava
velhas histórias.
Toti Paliano, September 25, 2006.
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